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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Notícias: Marte está cheio de água!

Ciência Hoje
2012.junho.27

"Existem enormes reservas subterrâneas de água em Marte, sugere um artigo recentemente publicado na revista Geology de acordo com o jornal espanhol ABC. A descoberta reforça a ideia de que o planeta vermelho pode ou poderia, eventualmente, hospedar vida. E aumenta as hipóteses de estabelecer colónias humanas no futuro próximo.
(...)
Ao analisar a composição de dois meteoritos marcianos (Shergotty, que caiu na Índia em 1865 e Queen Alexandria, encontrado em 1994 na Antártida), os investigadores chegaram à conclusão de que o manto de Marte (a camada de rocha entre a crosta e o núcleo) contém entre 70 e 300 partes por milhão de água, uma percentagem que é surpreendentemente semelhante ao manto da Terra. Ambos meteoritos são de origem vulcânica e vêm do interior do planeta vermelho.
Chegaram à Terra em momentos diferentes, mas saíram de Marte no mesmo período, 2,50 milhões de anos, em resultado do impacto de um meteorito que lançou um grande número de rochas marcianas."

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terça-feira, 1 de maio de 2012

Notícias: Segredos dos vulcões de Marte revelados

2012.abril.30
in Ciência Hoje

Espessura das camadas rígidas exteriores do planeta [Marte] varia
O trio de Tharsis e o Monte Olímpo. (Foto: Nasa) 

"A análise de dados da missão Mars Express da Agência Espacial Europeia (ESA), adquiridos ao longo de cinco anos, resultou na revelação de mistérios escondidos por baixo dos maiores vulcões do planeta vermelho. Os resultados mostram que a lava se foi adensando ao longo do tempo e que a espessura das camadas rígidas exteriores do planeta varia ao longo da região de Tharsis.
As medidas foram feitas enquanto a Mars Express estava entre 275 e 330 quilómetros acima da “barriga” vulcânica de Tharsis e foram combinadas com dados da Mars Reconnaissance Orbiter da NASA. A protuberância de Tharsis inclui o Monte Olímpo – o vulcão mais alto do sistema solar, com 21 quilómetros – e a fila dos três montes mais pequenos. Pensa-se que a região vulcânica terá estado activa até há 100-250 milhões de anos, o que é bastante recente numa escala de tempo geológico.
A grande massa dos vulcões causou pequenas oscilações na trajectória da Mars Express quando esta sobrevoou a região. Estas oscilações foram medidas na Terra através de radiolocalização e traduzidas em medidas de variação da densidade abaixo da superfície do planeta vermelho. Geralmente, a alta densidade dos vulcões corresponde a uma composição basáltica que está de acordo com os muitos meteoritos “marcianos” que caíram na Terra.
Os novos dados mostram também como a densidade da lava se foi alterando durante a formação dos três vulcões dos montes de Tharsis. Começaram com uma lava andesítica leve, que pode formar-se na presença de água, e foram depois revestidos com lava basáltica mais pesada, a que se vê à superfície da crosta de Marte.
«Combinando estes dados com a variação de alturas dos vulcões, podemos dizer que o Monte Arsia é o mais antigo, seguido do Monte Pavonis e por fim o Monte Ascraeus», diz Mikael Beuthe do Observatório Real da Bélgica e o primeiro autor do artigo publicado no Journal of Geophysical Research. No entanto, a densidade da lava do Monte Ascraeus diminuíu numa fase posterior."
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Notícias: Crateras de Marte podem ser local para albergar vida | As imagens, recolhidas a 22 de Junho de 2011, mostram as formações de Tractus Catena

12.abril.2012
in Ciência Hoje
( http://www.cienciahoje.pt/files/53/53825.jpg )
A sonda Mars Express da Agência Espacial Europeia (ESA) registou várias cadeias de crateras de abaixamento na base de um dos maiores vulcões do Sistema Solar. Dependendo da maneira como se terão formado, poderão ser um lugar propício para procurar vida microbiana no planeta vermelho.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Notícia: Confirmada origem marciana do meteorito que caiu em Marrocos

(in CH, 19.01.2012)

"O meteorito que caiu Julho passado em Marrocos veio de Marte, concluiu a Sociedade Internacional de Meteoritos e Ciência Planetária (International Society for Meteoritics and Planetary Science – ISMPS). No seu boletim, a instituição apresenta os pormenores deste meteorito, baptizado como Tissint.

Ao todo, são sete quilogramas de material rochoso que se separam em partes que vão desde um grama até um quilograma, explica Edward Scott, presidente da ISMPS, composta por 950 cientistas, incluindo elementos da NASA.

A maioria dos meteoritos, objectos de rocha e metal que se desprendem de corpos do sistema solar e depois de viajarem pelo espaço podem colidir com a Terra, não é observada ao cair. Normalmente, são encontrados muito tempo depois, sendo imediatamente submetidos a uma série de testes forenses para que seja determinada a sua proveniência.

A importância de Tissint prende-se com o facto de os restos terem caído em Julho e serem recuperados em Outubro, tendo sido pouco afectados com o contacto com a Terra."

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Notícias: Sonda russa que falhou missão a Marte caiu no Pacífico

Phobos-Grunt quando ainda estava em órbita
(TIRA/Fraunhofer FHR)
"A nave Phobos-Grunt caiu na Terra neste domingo, como esperado. Despenhou-se no Pacífico. A sonda russa tinha como destino a maior lua de Marte, Phobos, mas falhou completamente a missão, devido a um problema logo no lançamento, em Novembro."

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(in Público, 15.janeiro.2012)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Notícias: Nave russa que ia até Marte deverá cair na Terra no domingo

Nasa Phobos-Grunt (in JN, 09.jan.2012)

"A sonda russa que tinha Marte como destino vai cair na Terra no próximo domingo. O local da queda é desconhecido, mas pode ser em qualquer sítio que esteja a uma latitude entre a cidade de Londres e o calcanhar da Argentina."



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(in Público, 12.janeiro.2012)